Espironolactona [ Veja o que é, Para Que Serve e Como Usar ]

É bem possível que, se você está sofrendo com a calvície, já tenha ouvido falar sobre a possibilidade de uso da espironolactona para o tratamento do problema, não é mesmo?! Então fique sabendo que é justamente sobre isso que vamos falar hoje.

Podemos dizer que o cabelo de uma pessoa nasce, cresce e morre durante toda a sua vida, em um ciclo contínuo e perfeito. No entanto, às vezes, essa queda pode se acentuar, dando origem a um problema de calvície, que deixa o cabelo ralo e o couro cabeludo à mostra.

De uma forma geral, cerca de 85% a 90% dos nossos cabelos encontram-se em fase de crescimento. Já os outro 15% ou 10% estão em fase de queda ou repouso.

Sendo assim, o esperado é uma perda de, mais ou menos, 100 fios de cabelo por dia. Por outro lado, quando essa queda se acentua, é essencial procurar alternativas para tratar o problema, afinal, ninguém quer ficar careca.

O fato é que, por ser um problema tão incômodo, atualmente já existem muitos medicamentos que são voltados para o tratamento da calvície.

No entanto, existem também aqueles que foram lançados para o tratamento de um problema que não tem nada a ver com a queda de cabelo e acabaram ajudando nessa questão por causa dos efeitos colaterais.

O famoso Minoxidil, por exemplo, foi um medicamento lançado em forma de comprimidos para o tratamento da hipertensão arterial. No entanto, com o uso, foi percebido que ele ajuda a recuperar a queda de cabelo por atuar como um poderoso vasodilatador.

Pois bem, com a espironolactona não é tão diferente assim. Portanto, se você está mesmo interessado e quer saber um pouco mais sobre esse medicamento, continue lendo e descubra todos os detalhes.

O que é espironolactona?

Espironolactona vale a pena

Para quem não conhece, a espironolactona é um medicamento diurético poupador de potássio, que age no organismo de forma a impedir que ele absorva uma grande quantidade de sal. Com isso, é possível prevenir que os níveis de potássio fiquem muito reduzidos.

De uma forma geral, o essa substância é utilizada par o tratamento da retenção hídrica nas pessoas com insuficiência congestiva, cirrose hepática ou renal, ou no caso de síndrome nefrótica.

Ele já está no mercado há mais de 30 anos e é categorizado como um esteroide sintético, com estrutura similar à aldosterona, que é o hormônio produzido na glândula adrenal.

Embora tenham uma estrutura parecida, eles atuam de forma antagônica no organismo em relação a diurese e aos eletrólitos.

Como a retenção de líquidos e sódio é algo associado com a hipertensão, é justificável o uso da espironolactona como um anti-hipertensivo.

Mais do que isso, a substância ainda pode ser prescrita na presença de outras condições associadas à hormônios masculinos. Dentre elas, podemos citar a acne adulta feminina, a síndrome dos ovários policísticos (SOP), o hirsutismo e também a alopecia feminina.

Calvície genética em mulheres

A alopecia androgenética tem como sua principal característica a transformação progressiva dos fios mais longos e grossos em fios mais finos, claros e curtos.

Acredita-se que a causa disso é a tanto a predisposição genética quanto outros fatores hormonais, além de outros que não são completamente conhecidos.

Nos homens, é mais comum que apareçam as famosas entradas ou então a coroa. Já nas mulheres, a alopecia tende a ser mais difusa, tornando os cabelos mais ralos e rarefeitos.

Espironolactona para queda de cabelo feminina

A primeira coisa que precisa ser dita é que os hormônios masculinos, tal como a testosterona e seus derivados, são conhecidos como andrógenos. Embora sejam mais frequentes na calvície masculina, eles também têm participação na calvície feminina.

Nas mulheres, no entanto, a testosterona é produzida na glândula adrenal e nos ovários, porém em quantidades bem menos que nos homens.

Uma parte da testosterona que circula pelo sangue é convertida em DHT (di-hidrotestosterona). Ela também pode fazer ligações com os receptores androgênicos, realizando ligações androgênicas.

É justamente a ligação dos hormônios masculinos aos receptores androgênicos dos bulbos capilares que leva a um quadro de alopecia progressiva.

Embora os dois hormônios atuem se ligando aos mesmos receptores, o DHT tem uma afinidade maior, levando o hormônio a ter uma maior capacidade de miniaturização.

A espironolactona, por sua vez, age tanto na diminuição da testosterona libere quanto na inibição desses hormônios, visto que compete com eles na ligação aos receptores androgênicos.

O mais importante de tudo é lembrar sempre que a espironolactona não deve ser usada indiscriminadamente ou sem recomendação médica. Isso porque ela pode oferecer efeitos colaterais, além de ter algumas contraindicações.

Por isso o mais indicado é sempre consultar um médico especialistas, conversar sobre o problema, expor o caso e contar com um diagnóstico adequado e individualizado para o seu caso.

Se for preciso, a espironolactona será receitada e o tratamento será um sucesso. Por outro lado, pode ser também que a melhor abordagem seja algum outro tipo de tratamento e é por isso que consultar um profissional é a melhor escolha.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre a espironolactona, como funciona e quais os benefícios que ela pode proporcionar no tratamento da queda de cabelo. aproveite essas informações e boa sorte!

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